Adelino Fontoura. Poeta Maranhense que entrou para o quase anonimato.

Adelino Fontoura apresenta uma poesia confessional, assinalada por sentimentos claramente românticos: anseio, pesar, angústia, saudade e melancolia em Consolação: Longe de ti, ó meu amor, não vivo!/ Eu morro só de amar-te e de querer-te,/ E mal sabes as lágrimas que verte/ Meu triste coração contemplativo!
A melancolia parece percorrer toda a poesia de Adelino Fontoura, segundo as postulações de Freud em seu ensaio “luto e melancolia” de (1999, p. 89-90), aquela se apresenta com “um desânimo profundamente penoso, a cessão de interesse pelo mundo externo, a perda da capacidade de interesse de amar, a inibição de toda e qualquer atividade, e uma diminuição dos sentimentos de auto-estima [...]”. Pois é aqui que o eu lírico iguala a perda do amor com a morte física em Minha musa:
Minha musa pensativa,
Meu deleite e minha dor!
Morro!... pois foges esquiva,
Minha musa pensativa,
Aí! Não me peças que eu viva,
Vivendo sem teu amor!
Minha musa pensativa,
Meu deleite e minha dor!

Adelino Fontoura apresenta uma poesia confessional, assinalada por sentimentos claramente românticos: anseio, pesar, angústia, saudade e melancolia em Consolação: Longe de ti, ó meu amor, não vivo!/ Eu morro só de amar-te e de querer-te,/ E mal sabes as lágrimas que verte/ Meu triste coração contemplativo!
A melancolia parece percorrer toda a poesia de Adelino Fontoura, segundo as postulações de Freud em seu ensaio “luto e melancolia” de (1999, p. 89-90), aquela se apresenta com “um desânimo profundamente penoso, a cessão de interesse pelo mundo externo, a perda da capacidade de interesse de amar, a inibição de toda e qualquer atividade, e uma diminuição dos sentimentos de auto-estima [...]”. Pois é aqui que o eu lírico iguala a perda do amor com a morte física em Minha musa:
Minha musa pensativa,
Meu deleite e minha dor!
Morro!... pois foges esquiva,
Minha musa pensativa,
Aí! Não me peças que eu viva,
Vivendo sem teu amor!
Minha musa pensativa,
Meu deleite e minha dor!
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